segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Odisseia do meu John Homero...

Ser mãe do John,


É contar as horas para chegar em casa e ficar com ele. É morrer de saudade... 


É rir horrores com as cambalhotas, pulos, ataques e às vezes até mesmo com as “cabeçadas” que ele dá na parede e que ele pouco liga. Eu que fico louca, vou lá dou beijinho e quando coloco ele no chão tudo se repete...


 
É me orgulhar por ele ter aprendido tudo sozinho e a cada dia tem uma coisa nova. A escada já é "bobagem" pra ele, tira de letra... é um sobe e desce sem fim...



É entender que às vezes ele vira ou pensa que é um cachorro e eu preciso dar um ossinho pra ele também... rs 





É não brigar com ele quando eu quero mudar de canal, pois ele sempre domina o controle remoto...





É não me preocupar com os 50 arranhões que ganhei... 




É entender que o celular TÁMBÉM é dele. Se ele escutar tocando, já era...





Ser a mãe dele, é ter uma motivação diferente desde que ele chegou. É ficar surpresa com as coisas que ele me ensinou e me ensina... Ser a mãe dele é simples, mas pouca gente entende a importância de ser a mãe do Homero...




"De modo que não adotei Homero porque ele era bonitinho, pequenino e meigo, ou porque ele estava desamparado e precisava de mim. Eu o adotei porque, quando você acredita ter visto algo realmente valioso em alguém, não fica procurando motivos para afastá-lo da sua vida. Você se compromete a ser forte o bastante para trazer esse alguém para perto de você, aconteça o que acontecer. 
Quando faz isso, você começa a ser tornar aquilo que admira.
O que estou tentando dizer é que, quando decidi trazer esse gatinho cego pra casa, tomei a primeira decisão adulta da minha vida sobre um relacionamento. E, sem perceber, estabeleci o padrão pelo qual julgaria todas as minhas relações nos anos que estavam por vir."  
(Gwen Cooper) 



Carol Monteiro.





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